7 dicas de como melhorar seu estilo!

Muitas vezes leio e ouço de algumas pessoas que elas gostariam de ser mais estilosas ou se vestir melhor, mas não sabem o que fazer. Às vezes, eu mesma observo algumas meninas que considero muito bem vestidas e penso: quero ser assim, ter um estilo que me identifique e que faça alguém pensar que uma coisa x é minha cara.

Lapidar seu estilo (ou adquirir um) é algo que exige esforço e um certo discernimento fashion, mas é suuuper possível, te garanto! Mas, lembre-se, não estou falando aqui de definir que seu estilo será um específico e pronto, nunca mais poderá usar uma roupa fora dele. Quero conversar sobre o estilo pessoal mesmo, aquele que cada um monta de acordo com os gostos e necessidades, afinal roupa não é somente querer, mas também poder (financeiramente, clima, rotina etc).

Quer se sentir mais estilosa e feliz com os resultados dos looks? Vem comigo!

1. Seja fiel a você mesmo

Antes de aperfeiçoar seu estilo, pense naquilo que te faz bem! Não siga o fluxo do momento e tente se encaixar na tendência que está bombando, mesmo porque o seu estilo não mudará a cada estação. Você pode buscar peças que te agradem dentro do que está na moda, claro, mas não vai se basear apenas nelas para montar seu guarda-roupa (ou não. Caso sua intenção seja ser fashionista™ real oficial, pode ser, na vida tudo é válido).

Na mesma linha de pensamento, não há porque usar peças minimalistas se chamar atenção é sua vibe. Do mesmo jeito, alguém super discreto normalmente quer passar longe de estampas chamativas e looks bombásticos na pegada Thássia Naves. Em resumo, não tem certo e errado, porque errado mesmo é não se sentir confortável por não ser você naquela roupa.

2. Liberte-se de medos e estereótipos

Atire a primeira pedra quem nunca disse uma dessas frases: “noooossa, amei esse sapato, mas ele é estiloso demais para mim, não tenho coragem”, “queria muito usar essa saia midi que tá na moda, mas sou muito baixinha pra isso”, “esse tipo de calça fica lindo nos outros, mas em mim iria ficar horrível” ou “não tenho mais idade para usar esse tipo de roupa”.

Claro que se você não se sente bem em usar determinada peça, não a use, é simples. Agora que tal parar de podar suas vontades baseada em regras que uma vez te disseram para seguir? Não tenha medo de usar uma roupa que teoricamente só ficaria bem em pessoas altas só porque você tem um metro e meio e não se importa com isso. Eu mesma sou baixinha e não faço questão de disfarçar, mesmo porque seria uma tentativa frustrada haha

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Existem inúmeras regras de consultoria de imagem para harmonizar a silhueta e disfarçar o que nos incomoda, mas aí que está a grande questão, essas dicas são para o que não gostamos ficar menos evidente, mas nunca para nos escondermos atrás das roupas por medo de tentar algo novo e acabar se expondo.

Proponho um exercício simples e que vai abrir sua mente: antes de julgar uma peça de roupa na arara por ela não se encaixar no que teoricamente seria apropriado para você, experimente-a! Antes de dizer que um sapato de um jeito tal é muito estiloso para você, calce-o e dê uma voltinha pela loja, quem sabe não se apaixona e acaba levando? Se uma coisa fica bem na sua amiga, não há porque pensar de antemão que não poderia ficar bem em você também, não é mesmo?

3. Inspire-se em pessoas com o estilo que você deseja ter

Referência é tudo no mundo da moda! Muitas vezes vemos um look alheio e isso abre nossos olhos para possibilidades de combinações que não tínhamos pensado antes. Ou então anotamos no nosso post-it mental o que não fazer nunca na hora de se vestir hahaha Seja por um motivo ou outro, sempre é algo útil!

Se você quer definir melhor seu estilo, busque por pessoas que se vistam de um jeito que você gosta. Pelo amor de deus, não estou dizendo aqui para virar clone de ninguém, mas ter um ícone fashion ajuda bastante. Não só um, muitos! Uma ferramenta incrível para isso é o Pinterest (dá uma olhada no do Achados), por lá você pode criar painéis com fotos dos looks que gostou e sempre dar uma consultada quando estiver meio perdida em que roupa usar.

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O instagram também é ótimo para isso, principalmente com esse novo espaço em que podemos salvar as fotos de outra pessoa numa área específica para olhar depois. E, claro, não se esqueça de olhar ao seu redor. Todo mundo conhece alguém que seja estiloso e inspirador, aquela colega que está sempre vestindo algo legal do jeito que você gostaria de ser. Pois então, seja um bom observador para buscar referências e quem sabe redescobrir um jeito de usar aquela sua peça esquecida no guarda-roupa ou que você sempre usa do mesmo jeito.

4. Vá arriscando aos poucos

Se você é super básico e quer ficar mais fashionista, comece devagar. O mundo não foi feito do dia para noite (diz que foi em 6 dias, mas acho que durou um pouquinho mais haha) então por que seu estilo iria ser alterado radicalmente assim? Tenha calma, miga! Ninguém sai do look jeans e camisa branca para vestido de carnes igual Lady Gaga. Que tal escolher uma peça mais diferentona do seu habitual para usar em conjunto com o que já está acostumada?

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Essa tal peça fashionista não precisa ser a mais destruidora das passarelas, ela tem que ser o que é diferente da sua realidade! Para pessoas que nunca usam salto, uma sandália de tiras com salto fino é absurdamente diferente e até desafiador. Para quem está sempre com acessórios super discretos, um maxi colar é algo ultra fashion. Entendeu a ideia?

5. Respeite sua rotina

Do que adianta eu botar na cabeça que quero porque quero adotar o mesmo estilo de Blair Wardolf se eu moro em uma cidade quente, ando de ônibus e trabalho em um ambiente formal?

Na hora de idealizar um estilo, respeite a sua realidade. Se você tem filhos pequenos, provavelmente precisará lidar com situações diferentes, como sair para brincar, se abaixar e levantar para pegar a criança. Se mora numa cidade fria, terá que usar roupas que te deixem aquecido (sorte sua, queria, inclusive kkk), já se sua cidade é quente, vai ter que se virar para ficar estiloso com roupas leves e mesmo assim adequadas aos ambientes que frequenta.

Nunca se esqueça também de tentar encontrar um equilíbrio entre seu estilo pessoal e aquilo que pode ser usado no seu ambiente profissional. Infelizmente se você gosta de roupas mais esportivas e trabalha num lugar muito formal, dificilmente conseguirá vestir apenas o que quer. Do mesmo modo, uma surfista profissional terá poucas chances de usar saia lápis no dia-a-dia, ainda que ame esse tipo de peça.

6. Pense no look antes de sair

Essa dica é simples, mas pouco usada. Quais as chances de um look escolhido na correria antes de ir trabalhar ser tão interessante quanto um pensado com calma no dia anterior? Baixas! Na pressa, acabamos optando pelo básico e morremos na zona de conforto. Se sua intenção é sair dela, dedique alguns minutos na noite anterior para separar o que vai vestir no dia seguinte. Se necessário, vista as roupas! Quando não temos experiência, a montação que criamos na nossa cabeça nem sempre corresponderá à verdade dos fatos, confie em mim.

Uma frase da Cris Guerra, autora do livro Moda Intuitiva, se encaixa muito bem nessa dica: “vestir-se é um exercício de inversão de expectativas, a começar pela sua própria”. Para inverter nossas expectativas e sairmos do habitual, é preciso esforço e um tanto de dedicação.

7. Não se importe com a opinião alheia

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Mudar o estilo provavelmente vai chamar a atenção das pessoas ao seu redor. E como tudo na vida, é impossível agradar a todos. Sempre vai ter aquele infeliz para dizer que preferia seu jeito de antes ou que tal roupa não é bonita. Mas você vai ligar para isso? De modo geral, não! É sempre bom ter um amigo conselheiro entendedor de moda por perto para te dar a real e dizer o que pode ser melhorado, mas não caia na tentação de se importar com todas as opiniões do mundo. Por fim, se faça uma simples pergunta: qual a consequência mais terrível que terei que suportar por usar uma roupa e depois achá-la feia? Provavelmente nenhuma. Então vida que segue, na próxima você acerta!

Aos que sobreviveram a esse textão, meus sinceros agradecimentos haha Mas falando sério, o que importa mesmo é se sentir bem e ficar feliz com suas escolhas de roupas, sejam elas fashionistas ou básicas.

Se gostou, não esquece de indicar para os amigos, quem sabe esse mini manual não ajuda alguém? Até a próxima! Continuar lendo “7 dicas de como melhorar seu estilo!”

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Nas lojas: o primeiro de 2017

Começo de ano combina com o quê, gente? Além de férias, praia, listas de resoluções e a promessa de que nesse ano seremos fitness, todo janeiro é a mesma coisa: liquidação! E daí que fica difícil resistir às etiquetas vermelhas, laranjas ou a cor chamativa de sua preferência.

Fui ao Shopping da Bahia e encontrei várias coisinhas lindas, mas como guerreira que sou consegui me segurar e levar apenas duas para casa. Vamos ver o que achei de legal por lá?

Na Renner, encontrei esses dois sapatos. O da direita da Moleca é uma flatform imitação daquele modelo que estourou ano passado da Stella McCartney e sai por R$ 149,00. Achei bem legal, compraria facilmente. O da esquerda é uma boa opção para quem quer se aventurar pelos mules gastando menos, pois tá na promo por R$ 69,90. (Não sabe o que é mule? Dá uma lida aqui!)

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Já na Zara, esse tênis dourado super lindo e o modelo mais esportivo saem por R$ 99,00, cada.

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Na Forever 21, queria levar bastante coisa e pela primeira vez na história dessa loja (menos, bem menos hahaha) não tinha fila no provador! Seria o sinal de que 2016 realmente acabou e levou com ele os tormentos da vida? Creio que sim… Pois bem. Essa t-shirt I do not care estava por uns 40 reais, mas eu esqueci de anotar, porque lerdeza é isso! A calça skinny preta foi R$ 69,90 e eu prontamente a adquiri porque veste muito bem! Me lembrou aquelas calças que a Zara sempre tem de várias cores (e que dessa vez não tinha), mas por um preço bem melhor!

O modelo jeans já achei que ficou levemente ~fofado perto do bolso, reparem só. Mas de modo geral ela veste bem também e sai pelo mesmo preço. A camiseta canelada de gola rolê custa o não módico valor de R$ 65,90. Comparativamente não é bizarro que uma blusa e uma calça custem o mesmo preço? Pra mim é!

Ainda por lá, short preto de cintura alta por R$ 65,90 também. Achei bem bonito ele!

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Por fim, dois vestidos bem diferentes no estilo, mas igualmente lindos. O da direita é todo de renda e com esse comprimento midi que eu tenho amado! Achei muito muito maravilhoso, não resisti e comprei. Esse modelo é bem parecido com um que tinha na inauguração da loja, mas num tom rosa, e sai por R$ 79,90.

O da esquerda, mais bonequinha com a saia rodada, custa R$ 69,90. O tecido dele é ótimo, porque modela perfeitamente, sem marcar demais nas áreas indesejadas e ainda dá um lindo caimento à parte de baixo. Fiquei beeem tentada a comprar esse também, mas tudo nessa vida tem limites, inclusive o cartão haha

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Ficaram com vontade de comprar algo? Não me deixem gastar dinheiro sozinha, hein? haha

Séries: Veronica Mars

Como não só de séries novas se vive a vida, vim falar de uma antiga e já finalizada que é uma das minhas preferidas até hoje.

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Comecei a assistir Veronica Mars no SBT aos domingos. Quem se lembra dessa época? Pois bem, tanto gostei que baixei todos os episódios e assisti não só uma, como duas vezes! Saudades de quando tinha tempo para isso…

Veronica Mars conta a história de Veronica (cê jura?), interpretada por Kristen Bell, uma menina que perdeu a popularidade na escola e na cidade depois que seu pai, então xerife, acusou o pai de sua amiga falecida de ser o autor do crime.

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Com isso, Veronica perdeu os amigos e o namorado e seu pai, Keith, o cargo de xerife. A partir daí, Keith passa a trabalhar como detetive particular e Veronica o ajuda nessa função, enquanto vai, aos poucos, descobrindo os segredos que rodeiam os moradores da cidade.

Basicamente enquanto seu pai vai desvendando os mistérios dos clientes, Veronica faz pequenos trabalhos de investigação para os colegas de colégio, sempre tentando descobrir quem matou sua amiga.

A personagem Veronica é apenas maravilhosa! Inteligente e perspicaz, ela lida direitinho com todo o drama que se instalou na sua vida, mesmo com uma cidade inteira contra ela e seu pai. Ah, para quem não sabe, Kristen é a voz por trás da narração de Gossip Girl. Veronica Mars cativou tanto os fãs que, após o fim, se uniram para obter dinheiro e fazer um filme. Indico demais!

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Já assistiu Veronica Mars? Tem alguma série legal para indicar? Conta aí nos comentários!

Sobre ver o lado bom da vida

Calma, esse não é mais um texto escrito por uma pessoa Pollyanna. Sim, aquela menina sempre feliz que milagrosamente conseguia ver o lado bom para todas as desgraças que lhe aconteciam praticando o jogo do contente. Na verdade, não lido muito bem com esse tipo de discurso absurdamente otimista que ultrapassa os limites da razoabilidade.

Não entendo nada de signos e só decorei qual é o meu ascendente para não ficar de fora das rodas de conversas com os amigos, mas talvez seja essa a explicação para tanta descrença em ver um ponto positivo em um mar de coisas ruins. Ou não. Como disse, não entendo nada de signos.

Esse foi um ano aparentemente difícil para a maioria das pessoas e é inevitável não fazer uma retrospectiva e sentir o peso de tudo que não aconteceu. Nos apegamos a todas as ausências e fatalmente esquecemos do lado bom, que na maioria dos casos existiu.

Sabe o que acontece? Queremos tanto coisas grandes que não olhamos para as pequenas conquistas. Ou nos acostumamos com conquistas frequentes e não damos mais o devido valor. É tão fácil lamentar-se pelo que não vingou, é gostoso e dá um certo prazer reclamar até dizer chega por tudo de ruim que aconteceu.

Mas, amigo, se esse é o único motor da sua vida, aproveita o novo ano para mudar de pensamento. Em vez de fazer uma lista de metas para 2017, parei cinco minutos para pensar em tudo de bom que ocorreu esse ano por aqui. Convicta de que nada de legal tinha rolado, fui surpreendida por mim mesma ao conseguir enumerar diversos itens.

Isso porque não incluí na lista os momentos maravilhosos que vivi, mas que de tão acostumada a eles, me fizeram uma verdadeira ingrata incapaz de reconhecer seus valores e importância. Se fosse ser justa, não conseguiria me lembrar de tudo. Tenho certeza que você também não.

Antes de se lamentar pelos sonhos não conquistados, faça esse exercício de reconhecer os fatos que fizeram o seu ano melhor, ainda que ele esteja longe de ter sido perfeito. Mesmo porque nunca será. Permita-se fortalecer com o que viveu, mas nunca perder o fôlego de continuar. O que não foi ainda pode ser, vai por mim.

Séries: Blindspot

Época de férias combina com maratona na Netflix, correto? Pois então não poderia deixar de divulgar ao mundo a última série que me deixou realmente viciada, louca para ver o próximo episódio e totalmente órfã agora que acabei de assistir os que já estão disponíveis.

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Blindspot conta a história de Jane, interpretada pela linda Jaimie Alexander, uma moça que foi encontrada dentro de uma mala no meio da rua, sem memória e, o mais tenso, totalmente tatuada. Só por isso tenho que dizer que a equipe de maquiagem dessa série está de parabéns, porque deve dar um trabalhão pintar essa mulher todo santo dia pra gravar!

Mas voltando ao enredo, Jane é encontrada pelo FBI que, liderada por Kurt (Sullivan Stapleton), começa a investigar de onde ela veio e quem fez isso com a pobre coitada. No meio do babado, percebem que as tatuagens são na verdade mensagens que precisam ser decifradas para que se evitem crimes que vão rolar na cidade.

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Esse combo basicão de mistérios, enigmas, crimes, FBI e toda essa vibe policial foi suficiente para me deixar bem curiosa em saber o que aconteceu e qual o sentido das tatuagens e toda essa trama. Basicamente quando você pensa que está tudo bem, o final do episódio vem com uma bomba te obrigando a ver o próximo, destruindo seus sonhos de seguir com a vida normalmente sem ter finalizado a série hahaha

Blindspot está na segunda temporada e a primeira tem na Netflix. Como não gosto de saber quase nada de uma série antes de começar, não veria o trailer abaixo, mas para aqueles que precisam de uns mini spoilers como incentivo, vale a pena dar uma olhada para ficar com vontade de assistir.

Já assistiram a essa série? Tem alguma legal para indicar? Deixa aí nos comentários!

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Top 5: música de 2016

Como todo fim de ano rola aquele momento reflexivo de pensar no que aconteceu, chorar pelas porcarias que a vida nos trouxe (porque né, sempre tem) e ficar feliz pelas coisas boas, pensei em fazer uma lista das bandas e cantores bons que conheci esse ano e que fizeram meus dias melhores.

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Música é algo absurdamente presente na minha vida, pois todo santo dia trabalho ouvindo algo e é assim que costumo conhecer bandas novas. Mesmo amando música, sempre fui um tanto preguiçosa para conhecer novos cantores e por isso mesmo minhas duas bandas preferidas na vida, Los Hermanos e Oasis, foram apresentadas a mim por pessoas próximas que muito insistentemente me obrigaram convenceram a dar uma chance e ouvir uma musiquinha só.

Ultimamente, tenho sido menos passiva e passei a buscar novos cantores e ouvir seus álbuns completos, porque se é pra ser fã, vamos ser fã oficial que sabe a ordem do cd e tudo mais, né? haha Pois então segue o resultado desse ~ativismo musical todo:

Young Lights

Assim como outras bandas que aparecerão por aqui, conheci a Young Lights através da Stephanie Noelle do blog Chez Noelle. Ela ainda não sabe, mas somos muito amigas e como estou sempre por lá vendo seus vídeos, segui a dica e fui conhecer essa banda mineira que é muito boa! Sério, ouçam. As músicas me trazem uma paz absurda e o timbre do cantor é daqueles de fazer se apaixonar facinho mesmo sem ver a cara do indivíduo haha

Jaloo

Jaloo é um cantor paraense que é só amor. A música dele é bem diferentona, mas é daquelas que te deixam feliz automaticamente, sabem como é? Sempre que estou desanimada, ponho pra tocar e na mesma hora fica tudo mais feliz e bate a vontade de sair dançando por aí!

Anavitória

Talvez, mas só talvez mesmo, eu tenha sido fortemente influenciada pela publicidade feita em cima dessas duas garotas por nada mais, nada menos que Sandy e Tiago Iorc. Quem me conhece sabe o quanto sou fanática por esses dois. Aí que se meus ídolos estão falando que elas são boas, quem sou eu pra duvidar? E não me arrependi nem um segundo de ter dado uma chance a elas. Ana Caetano e Vitória Falcão são duas meninas tocantinenses que simplesmente arrasam! O cd é viciante e passei semanas a fio ouvindo-o todos os dias pelo menos 2 vezes. A voz serena delas aliada às músicas com alto índice de fofura é a combinação perfeita para quem gosta dessa pegada romântica.

Ventre

Se você gosta de uma música que te envolva de verdade e te faça sentir um pouco da emoção do cantor, vai gostar da banda carioca Ventre. O trio manda bem demais na hora de expressar os sentimentos através das letras e da forma de cantar. Se sinto isso pelo cd, imagina vendo um show ao vivo? Acredito que seja muito bom!

Maluma

Desviando absurdamente da tendência musical desse post, não poderia deixar de citar esse colombiano tudo de bom que tem ocupado minha playlist mais recente do Spotify. Como estou aprendendo espanhol, me dediquei a conhecer cantores latinos para aumentar o contato com o idioma e acabou que agora só quero ouvir Maluma. Ele tem zilhões de participações com vários cantores conhecidos (Shakira, Anitta, Ricky Martin…) e são todas ótimas. É ouvir e bater a vontade de ir a uma festa bem latina, dançar muito e hablar español!

E vocês, o que conheceram de bom musicalmente falando esse ano?

Documentário The True Cost

Essa semana cumpri um dos itens daquela lista imensa e inacabável que tenho dos filmes e séries que preciso assistir. Finalmente vi o documentário The True Cost, que está disponível na Netflix.

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Dirigido por Andrew Morgan e produzido por Michael Ross, The True Cost nos mostra a influência do novo modo de comercialização da moda sobre a indústria têxtil de um jeito que você provavelmente nunca pensou sozinho.
A forma como consumimos moda mudou muito em pouco tempo. Se antes as marcas possuíam duas coleções por ano, hoje podem chegar a 52, como pontuou a jornalista e apresentadora do Reino Unido que analisa os impactos ambientais e sociais da moda há uma década, Lucy Siegle.
São as nossas conhecidas fast fashions (Renner, C&A, Riachuelo, Forever 21, Zara), que tanto amamos e nos dão opções de roupas baratas (ou menos caras, já que por aqui quase nada é realmente barato), as responsáveis por essa mudança drástica. No que isso resultou? A necessidade de produzir mais, mais rápido e mais barato.
Para redução dos custos, as marcas optaram por transferir a fabricação das peças para países subdesenvolvidos, onde as leis de proteção ao trabalho e ao meio ambiente são inexistentes ou pouco efetivas, ou seja, onde eles podem fazer o que querem, pagando salários irrisórios e aumentando exponencialmente seus lucros.
Com isso, enquanto nos anos 60 95% das roupas vendidas nos Estados Unidos eram fabricadas lá, atualmente esse percentual é de apenas 3%!
O problema disso tudo é que nesses países pobres os trabalhadores lidam com condições insalubres de trabalho, ganhando salários insuficientes para as necessidades básicas enquanto as marcas crescem cada vez mais comercializando peças de baixo custo.
Assistir ao documentário me fez refletir bastante e me sentir um pouco mal em possuir em casa peças fabricadas em Bangladesh, por exemplo, país com destaque no documentário, onde um trabalhador de uma fábrica de roupas ganha menos de 3 dólares por dia.
Há quem defenda as fábricas de suor, nome dado a essas fábricas que exploram o trabalho de baixo custo dos empregados em condição de vulnerabilidade, sob a justificativa de que os trabalhadores que ali estão escolheram aquele local em vez de outras opções de emprego ainda menos desfavoráveis, o que faria com que, na verdade, as fábricas de suor fossem uma opção boa diante do quadro geral do mercado de trabalho nesses países pobres.
Se isso soa como um monte de baboseiras para você, não se sinta só, porque também achei tudo muito parecido com uma daquelas mentiras que contamos a nós mesmos todos os dias na esperança de que em algum momento finalmente acreditemos nela. Nesse caso, sigo sem acreditar que as fábricas de suor sejam algo bom para esses trabalhadores.
O documentário aprofunda ainda mais a questão ao falar sobre como a produção acelerada e barata das roupas influencia na plantação de algodão, o que exige o uso de substâncias químicas prejudiciais ao solo e ao ser humano. The True Cost ressalta ainda o problema do lixo têxtil e do impacto psicológico causado pela supervalorização da imagem que sofremos atualmente e que está intrinsecamente relacionada com o consumo abusivo de roupas.
Mas o que podemos fazer diante de tudo isso? Infelizmente, não sei bem como responder a essa pergunta. Ao mesmo tempo que me senti mal pelos relatos do documentário e acredito que algo deva ser feito para que as condições de trabalho dessas pessoas melhorem, não posso mentir e dizer que deixarei de comprar nas fast fashion e só vou consumir roupa de marcas que sei que são sustentáveis e com produção local. E o motivo primordial disso é uma questão simples: o valor das peças.
Contudo, acho que esse tipo de discussão tem que ser inserida ainda mais não somente no meio da moda, mas na sociedade em geral, porque somente com todos sabendo o que está acontecendo e cobrando soluções, as marcas se sentirão coagidas a mudar esse cenário triste e chocante. Vamos pensar um pouco sobre isso? Me conta o que você acha, se já viu o documentário e o que acredita que devemos fazer.

Salvar

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Nas Lojas: Forever 21!

E finalmente temos Forever 21 em Salvador. Uhuul! Qualquer ser vivente na capital soteropolitana está sabendo que a Forever chegou por aqui e já abalou as estruturas. Filas imensas se formaram na porta da bendita loja desde 6:40 da manhã (e a primeira coisa que pensei foi: como essas pessoas entraram no shopping a essa hora? hahaha).

Uma semana depois da black friday e a galera ainda tem dinheiro pra gastar. Crise, cadê? Pessoalmente, achei um pouco de exagero ficar na fila apenas para entrar na loja, mas entendo a animação da galera com a presença da Forevinha por aqui, porque realmente tem muita coisa linda, meu povo!

Desejei várias coisinhas e, mais uma vez, como sempre acontece, me perguntei o porquê de não ter nascido rica. Onde está aquele tio milionário e desconhecido que deixará uma herança pra mim? Tio, enquanto você não aparece, sigo sofrendo, saiba disso!

Não consegui experimentar nada porque a fila do provador era uma guerra à parte, então dei uma olhadinha só nas araras mesmo e tome coisa linda. Seguem meus achados para sofrimento geral das mulheres cujo cartão de crédito já está estourado:

Macaquinho jeans beeem fofo por R$ 169,90 e blusa fofa (sim, fofo é um adjetivo recorrente por aqui haha) por R$ 79,90.

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Vestido listrado que já vimos por aí, mas que nunca perde a graça, e um modelo rosa fofíneo, que é mais bonito na vida que na foto, por R$ 69,90 cada!

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Como viciada real oficial em top cropped canelado, não pude deixar passar essas duas belezinhas, a primeira por R$ 45,90 e a segunda por R$ 59,90.

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Blusa rosa e branca, mas que tinha versão preta e branca também, por R$ 75,90. Cropped listrado baratex por R$ 35,90.

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Fiquei em choque com essas saias de chamois (ou suede, nunca saberei a diferença entre os tecidos haha). A marrom por R$ 69,90 e a verde militar que na foto está parecendo um cinza rato por R$ 40,90!

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Saia maravilhosa por R$ 45,90 e short vibes verão por R$ 55,90.

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Essa bolsa é tão lindinha que tirei as duas fotos separadamente e só depois percebi que era a mesma! haha Se amei duas vezes é porque foi amor verdadeiro mesmo, que no caso custa R$ 115, 90.

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Bolsa saco por R$ 39,90. Simplinha, mas útil. A da direta, estruturada e com alça longa adicional, por R$ 119,90.

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Tem esponja de make ~das moda para todos os gostos. Os kits da esquerda sem por R$ 29,90 o da direita por R$ 35,90.

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Item de beleza pra esfoliar o rosto, tipo um Clarisonic analógico, por R$ 6,90. Cílios postiços por R$ 15,90. Tinha um pacotinho da mesma marca por R$ 5,90, mas não entendi direito qual a diferença entre esse e aquele. Talvez a qualidade, talvez o modelo, só blogueiras de beleza poderão explicar haha

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A seção de acessórios é uma caso à parte. Em nenhuma outra fast fashion por aqui temos a quantidade de acessórios que vi na Forever 21. Sério, é de chorar de felicidade haha

Anéis suficientes para abastecer um batalhão com preços que variavam de R$ 15,90 a unidade até R$ 55,90 um kit com mais de 10! As tiaras fofas tinham preços entre R$ 19,90 e R$ 29,90.

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Quem ama chocker não tem do que reclamar! Mais de um paredão dedicado a elas custando entre R$ 20 e R$ 40.

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Como sempre deixo o item que mais amei pro final, eis o chapéu que ganhou meu coração que sai por R$ 89,90. Vou sonhar com ele, tenho certeza!

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Dicionário Fashion – Sapatos!

Se você já se pegou chamando um modelo de sapato pelo nome errado ou tentando explicar a tal peça que está na sua cabeça, mas que a nomenclatura não tem santo que te faça lembrar, calma, miga, você não está só.

Tem nome pra tudo quanto é coisa que você imaginar nesse mundo da moda e, para piorar o que já é difícil, tem peça que tem mais nome que Dom Pedro II. E ainda em inglês! Facilitar para quê?

Nessa história de ver gente dizendo “é aquela roupa assim, que abre assim embaixo, tem a manga do jeito tal”, devidamente acompanhada de gestos precisos (só que não hahaha), achei que seria interessante trazer um mini dicionário fashion para nunca mais nos perdemos nos nomes e ainda pagarmos de conhecedores do tema. No post de hoje, vamos de sapatos! Deixei de fora os óbvios como sapatilha, tênis e sandália rasteira porque né, desnecessário! haha

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Essa é a tendência do momento. A verdadeira Rider estilizada que seu pai sabiamente já previa que seria moda lá pelos idos de 1990. Ser visionário é isso! Esse modelo voltou com força total, principalmente na versão listrada da Adidas e está presente em 9 entre 10 perfis fashionistas pelo Instagram afora, segundo pesquisa feita por mim mesma.

Quer dicas para usar? Se joga, ignora a cara de praia e leva sua slider pra passear na cidade também, num look fresquinho, com cara de dia de sol. Olho pra ela e penso logo nisso!

Lace up flats

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Amo esse modelo, mas nunca achei uma exatamente como quero. Que triste a vida! As lace up flats são as mais que conhecidas sapatilhas de amarrar que receberam esse nome gringo pra subir na escala social. São fofas e românticas, mas cuidado, se você não quer parecer menor ou com pernas mais grossas, prefira uma em tom nude ou abandone de vez a ideia.

Sapato tratorado

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A imagem acima é meramente ilustrativa, já que um sapato de sola tratorada pode alcançar uma grande variedade de modelos, porque o importante aqui é o tal solado com essa carinha de pneu. Em oxfords ou sandálias abertas, o resultado é o sapato mais pesado visualmente, o que vai chamar mais atenção, claro. Está super em alta e fica muito bem quando equilibrado com um look mais charmoso e feminino, porque gera um contraste bem interessante.

Flatform

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Se você quer estar sempre na moda e ainda não tem esse sapato, lamento te informar, mas você está ficando pra trás. A grande febre do momento são as flatforms, que assim como o solado tratorado, pode vir em sandálias, sapatos fechados ou tênis. Vejo esse modelinho e logo penso naquela minha Djean (é leve!) verde que tinha há uns anos atrás (igualzinha a essa aqui). Linda, eu sei. Mas voltando às flatforms, esse tipo é ótimo para quem quer estar de salto sem sofrer, já que o conforto é o mesmo de uma rasteira. Curti, quero adquirir!

Mule

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Eis um sapato difícil. Dói os olhos de início, mas depois acostuma, vai por mim. O mule é um modelo que deixa o calcanhar de fora e pode ter salto ou não. Acho ele com a maior cara de perua, que anda e vai fazendo barulho por onde passa haha Mas sabe que passado o susto inicial, eu gostei da ideia? O modelo de salto não tem muito sentido pra minha realidade, mas o rasteiro, veja  bem… não digo que nunca. Se alguém quiser me dar, eu uso!

Alpargatas/Espadrilhes

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Depois de muita pesquisa, descobri que não há diferença entre alpargatas e espadrilhes, mas somente a origem da palavra: a primeira é espanhola, a segunda, francesa. Com salto ou sem, esse modelo é feito de tecido e com solado de corda. É só vê-lo que penso numa coisa meio praiana, passeando pela vila numa tarde de domingo. Tô louca?

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Claro que podemos usar com tudo, na praia ou na cidade, com shortinho ou calça, esse sapato foi um vício há um tempo atrás e não tinha uma blogueira sem o seu modelo Chanel nos pés, ostentando lindamente na cara da sociedade haha

Oxford

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Coisa mais linda é o sapato oxford. Inventado em 1640 na Inglaterra, ficou popular entre os alunos da Universidade de Oxford e aí pronto, deu-se seu batismo. Como é super masculino, pode incomodar às meninas mais fofas e femininas, mas calma. Combinado com um look bem romântico, uma saia rodada, fica uma beleza, pode acreditar!

Slipper/Loafer

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Começamos a zona de tensão do post. Fiquei um bom tempo pesquisando as diferenças entre os modelos que seguem e ainda tenho dúvidas se está tudo certo. Pra que tanto nome, meu deus? O slipper ou loafer é um modelo que lembra as pantufas, é só enfiar o pé e sair usando. O nome vem da palavra em inglês sleep, que significa dormir. Assim como os oxfords, ele também é mais masculino, mas igualmente charmoso. Hoje é muito fácil encontrar modelos estampados (atenção especial aos de oncinha que são simplesmente LINDOS), o que ajuda as mais tradicionais a montarem o look sem ficar tão encanada pensando que não está feminino o suficiente. Na dúvida, pensa que é um sapatilha e vai!

Slip on

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O slip on é um modelo que está em crise: não sabe se é um slipper ou um tênis. Sem cadarços ele lembra o slipper e normalmente possui um elástico na lateral pra facilitar a entrada do pé. Mas diferentemente do colega acima, tem um solado mais grosso e o impacto visual dele é mais esportivo e pesado.

Mocassim

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Presta atenção nessa história que ela é boa. Os mocassins foram inventados pelos índios americanos para que pudessem caçar com proteção nos pés, mas ainda assim sentindo o chão. O nome vem da palavra makasin que significa sapato no idioma da tribo que o criou. Quando li essa historinha a primeira coisa que pensei foi: e índio usava sapato? Que marmota é essa? Pois é, abafa a ignorância! Analisando melhor, faz todo sentido, pois o sapato é realmente confortável e dá pra sentir o chão com os modelos mais fiéis ao original. O mocassim tem um estilo mais social, com solado fino e normalmente sem cadarços. Acho lindo toda vida!

Dockside

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Admito que esse modelo nem estava na minha listinha, mas enquanto procurava informações sobre o mocassim, descobri esse modelo aqui. Já tinha ouvido o nome? Sim. Sabia o que era? Não. Então vamos aprender juntos. O dockside foi inventado em 1947 para uso dos marinheiros, por isso possui solado emborrachado e cadarço em cima e nas laterais. É um irmão mais recente e informal do mocassim. O modelo é muito facilmente encontrado para os homens, já para as mulheres as coisas complicam. Para mim que amo o estilo navy, os olhos brilham só de ver!

Espero que tenham gostado desse post, porque eu amei fazer. Pesquisando os modelos, acabei descobrindo novas informações sobre a história da moda, assunto que adoro. Se você gostou, deixa seu comentário, quem sabe você não tem uma curiosidade ou modelo novo para me contar?

Nas Lojas #9

Oi, meu povo!

Hoje os achados nas lojas estão express, mas nem por isso menos importantes. Gentileza dar a mesma atenção e carinho. Grata!

Fui atrás de mais coisa bonita pelas lojas dessa cidade (na verdade, foi no Salvador Shopping mesmo) e resolvi botar a cara no sol mostrar minha face por aqui vestindo umas duas ou três roupinhas que encontrei. Repara no que deu!

Na Renner, encontrei na arara esse combo já pronto do vestido preto com a camiseta branca. O vestido sai por R$ 119,00, a camiseta eu acho que era uns R$ 35,00.

*Pausa dramática para falar que eu sempre ficava pirada quando a criatura blogueira esquecia de anotar o preço e eis que o tempo passa e cá estou eu sendo a pessoa esquecida da vez. Como diria Justin Bieber: sorry!

Essa hot pants que eu estive a pouquíssimos passos de comprar estava por R$ 69,90. O body ficou por R$ 59,90. Nunca tinha experimentado esses bodies, apesar de já ter visto vários fofos, e olha, vou te dizer que amei! Já quero adquirir.

montagem

Na seção de biquínis, achei esse body LINDO com direito a caps lock, mas que custa R$ 179,00. Ai-meu-bolso. A parte de cima do biquíni está por R$ 129,00. É, amiga Renner, senta aqui, precisamos conversar sobre esses precinhos…

biquini

Essa bolsa fofinha, inspirada na Trio Shoulder Bag da Celine, fica por R4 119,00. A estruturada e mais festiva da direita sai pelo mesmo preço.

bolsas

A sandália de salto estava por R$ 109,00. Já essa sapatilha (?) fica por R$ 119,00. Quando vi esse sapato de classificação indefinida pensei: que estranho, quero experimentar. E gostei, viu? Achei um diferente bonito no pé.

sapato

Por fim, uma passada beeeem rápida pela Luigi Bertolli pra dizer que tem calça jeans por R$ 89,90!

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Quem gostou e ficou com vontade de comprar grita UI! haha

Até a próxima!