Séries: Veronica Mars

Como não só de séries novas se vive a vida, vim falar de uma antiga e já finalizada que é uma das minhas preferidas até hoje.

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Comecei a assistir Veronica Mars no SBT aos domingos. Quem se lembra dessa época? Pois bem, tanto gostei que baixei todos os episódios e assisti não só uma, como duas vezes! Saudades de quando tinha tempo para isso…

Veronica Mars conta a história de Veronica (cê jura?), interpretada por Kristen Bell, uma menina que perdeu a popularidade na escola e na cidade depois que seu pai, então xerife, acusou o pai de sua amiga falecida de ser o autor do crime.

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Com isso, Veronica perdeu os amigos e o namorado e seu pai, Keith, o cargo de xerife. A partir daí, Keith passa a trabalhar como detetive particular e Veronica o ajuda nessa função, enquanto vai, aos poucos, descobrindo os segredos que rodeiam os moradores da cidade.

Basicamente enquanto seu pai vai desvendando os mistérios dos clientes, Veronica faz pequenos trabalhos de investigação para os colegas de colégio, sempre tentando descobrir quem matou sua amiga.

A personagem Veronica é apenas maravilhosa! Inteligente e perspicaz, ela lida direitinho com todo o drama que se instalou na sua vida, mesmo com uma cidade inteira contra ela e seu pai. Ah, para quem não sabe, Kristen é a voz por trás da narração de Gossip Girl. Veronica Mars cativou tanto os fãs que, após o fim, se uniram para obter dinheiro e fazer um filme. Indico demais!

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Já assistiu Veronica Mars? Tem alguma série legal para indicar? Conta aí nos comentários!

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Sobre ver o lado bom da vida

Calma, esse não é mais um texto escrito por uma pessoa Pollyanna. Sim, aquela menina sempre feliz que milagrosamente conseguia ver o lado bom para todas as desgraças que lhe aconteciam praticando o jogo do contente. Na verdade, não lido muito bem com esse tipo de discurso absurdamente otimista que ultrapassa os limites da razoabilidade.

Não entendo nada de signos e só decorei qual é o meu ascendente para não ficar de fora das rodas de conversas com os amigos, mas talvez seja essa a explicação para tanta descrença em ver um ponto positivo em um mar de coisas ruins. Ou não. Como disse, não entendo nada de signos.

Esse foi um ano aparentemente difícil para a maioria das pessoas e é inevitável não fazer uma retrospectiva e sentir o peso de tudo que não aconteceu. Nos apegamos a todas as ausências e fatalmente esquecemos do lado bom, que na maioria dos casos existiu.

Sabe o que acontece? Queremos tanto coisas grandes que não olhamos para as pequenas conquistas. Ou nos acostumamos com conquistas frequentes e não damos mais o devido valor. É tão fácil lamentar-se pelo que não vingou, é gostoso e dá um certo prazer reclamar até dizer chega por tudo de ruim que aconteceu.

Mas, amigo, se esse é o único motor da sua vida, aproveita o novo ano para mudar de pensamento. Em vez de fazer uma lista de metas para 2017, parei cinco minutos para pensar em tudo de bom que ocorreu esse ano por aqui. Convicta de que nada de legal tinha rolado, fui surpreendida por mim mesma ao conseguir enumerar diversos itens.

Isso porque não incluí na lista os momentos maravilhosos que vivi, mas que de tão acostumada a eles, me fizeram uma verdadeira ingrata incapaz de reconhecer seus valores e importância. Se fosse ser justa, não conseguiria me lembrar de tudo. Tenho certeza que você também não.

Antes de se lamentar pelos sonhos não conquistados, faça esse exercício de reconhecer os fatos que fizeram o seu ano melhor, ainda que ele esteja longe de ter sido perfeito. Mesmo porque nunca será. Permita-se fortalecer com o que viveu, mas nunca perder o fôlego de continuar. O que não foi ainda pode ser, vai por mim.

Séries: Blindspot

Época de férias combina com maratona na Netflix, correto? Pois então não poderia deixar de divulgar ao mundo a última série que me deixou realmente viciada, louca para ver o próximo episódio e totalmente órfã agora que acabei de assistir os que já estão disponíveis.

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Blindspot conta a história de Jane, interpretada pela linda Jaimie Alexander, uma moça que foi encontrada dentro de uma mala no meio da rua, sem memória e, o mais tenso, totalmente tatuada. Só por isso tenho que dizer que a equipe de maquiagem dessa série está de parabéns, porque deve dar um trabalhão pintar essa mulher todo santo dia pra gravar!

Mas voltando ao enredo, Jane é encontrada pelo FBI que, liderada por Kurt (Sullivan Stapleton), começa a investigar de onde ela veio e quem fez isso com a pobre coitada. No meio do babado, percebem que as tatuagens são na verdade mensagens que precisam ser decifradas para que se evitem crimes que vão rolar na cidade.

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Esse combo basicão de mistérios, enigmas, crimes, FBI e toda essa vibe policial foi suficiente para me deixar bem curiosa em saber o que aconteceu e qual o sentido das tatuagens e toda essa trama. Basicamente quando você pensa que está tudo bem, o final do episódio vem com uma bomba te obrigando a ver o próximo, destruindo seus sonhos de seguir com a vida normalmente sem ter finalizado a série hahaha

Blindspot está na segunda temporada e a primeira tem na Netflix. Como não gosto de saber quase nada de uma série antes de começar, não veria o trailer abaixo, mas para aqueles que precisam de uns mini spoilers como incentivo, vale a pena dar uma olhada para ficar com vontade de assistir.

Já assistiram a essa série? Tem alguma legal para indicar? Deixa aí nos comentários!

Salvar

Top 5: música de 2016

Como todo fim de ano rola aquele momento reflexivo de pensar no que aconteceu, chorar pelas porcarias que a vida nos trouxe (porque né, sempre tem) e ficar feliz pelas coisas boas, pensei em fazer uma lista das bandas e cantores bons que conheci esse ano e que fizeram meus dias melhores.

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Música é algo absurdamente presente na minha vida, pois todo santo dia trabalho ouvindo algo e é assim que costumo conhecer bandas novas. Mesmo amando música, sempre fui um tanto preguiçosa para conhecer novos cantores e por isso mesmo minhas duas bandas preferidas na vida, Los Hermanos e Oasis, foram apresentadas a mim por pessoas próximas que muito insistentemente me obrigaram convenceram a dar uma chance e ouvir uma musiquinha só.

Ultimamente, tenho sido menos passiva e passei a buscar novos cantores e ouvir seus álbuns completos, porque se é pra ser fã, vamos ser fã oficial que sabe a ordem do cd e tudo mais, né? haha Pois então segue o resultado desse ~ativismo musical todo:

Young Lights

Assim como outras bandas que aparecerão por aqui, conheci a Young Lights através da Stephanie Noelle do blog Chez Noelle. Ela ainda não sabe, mas somos muito amigas e como estou sempre por lá vendo seus vídeos, segui a dica e fui conhecer essa banda mineira que é muito boa! Sério, ouçam. As músicas me trazem uma paz absurda e o timbre do cantor é daqueles de fazer se apaixonar facinho mesmo sem ver a cara do indivíduo haha

Jaloo

Jaloo é um cantor paraense que é só amor. A música dele é bem diferentona, mas é daquelas que te deixam feliz automaticamente, sabem como é? Sempre que estou desanimada, ponho pra tocar e na mesma hora fica tudo mais feliz e bate a vontade de sair dançando por aí!

Anavitória

Talvez, mas só talvez mesmo, eu tenha sido fortemente influenciada pela publicidade feita em cima dessas duas garotas por nada mais, nada menos que Sandy e Tiago Iorc. Quem me conhece sabe o quanto sou fanática por esses dois. Aí que se meus ídolos estão falando que elas são boas, quem sou eu pra duvidar? E não me arrependi nem um segundo de ter dado uma chance a elas. Ana Caetano e Vitória Falcão são duas meninas tocantinenses que simplesmente arrasam! O cd é viciante e passei semanas a fio ouvindo-o todos os dias pelo menos 2 vezes. A voz serena delas aliada às músicas com alto índice de fofura é a combinação perfeita para quem gosta dessa pegada romântica.

Ventre

Se você gosta de uma música que te envolva de verdade e te faça sentir um pouco da emoção do cantor, vai gostar da banda carioca Ventre. O trio manda bem demais na hora de expressar os sentimentos através das letras e da forma de cantar. Se sinto isso pelo cd, imagina vendo um show ao vivo? Acredito que seja muito bom!

Maluma

Desviando absurdamente da tendência musical desse post, não poderia deixar de citar esse colombiano tudo de bom que tem ocupado minha playlist mais recente do Spotify. Como estou aprendendo espanhol, me dediquei a conhecer cantores latinos para aumentar o contato com o idioma e acabou que agora só quero ouvir Maluma. Ele tem zilhões de participações com vários cantores conhecidos (Shakira, Anitta, Ricky Martin…) e são todas ótimas. É ouvir e bater a vontade de ir a uma festa bem latina, dançar muito e hablar español!

E vocês, o que conheceram de bom musicalmente falando esse ano?

Documentário The True Cost

Essa semana cumpri um dos itens daquela lista imensa e inacabável que tenho dos filmes e séries que preciso assistir. Finalmente vi o documentário The True Cost, que está disponível na Netflix.

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Dirigido por Andrew Morgan e produzido por Michael Ross, The True Cost nos mostra a influência do novo modo de comercialização da moda sobre a indústria têxtil de um jeito que você provavelmente nunca pensou sozinho.
A forma como consumimos moda mudou muito em pouco tempo. Se antes as marcas possuíam duas coleções por ano, hoje podem chegar a 52, como pontuou a jornalista e apresentadora do Reino Unido que analisa os impactos ambientais e sociais da moda há uma década, Lucy Siegle.
São as nossas conhecidas fast fashions (Renner, C&A, Riachuelo, Forever 21, Zara), que tanto amamos e nos dão opções de roupas baratas (ou menos caras, já que por aqui quase nada é realmente barato), as responsáveis por essa mudança drástica. No que isso resultou? A necessidade de produzir mais, mais rápido e mais barato.
Para redução dos custos, as marcas optaram por transferir a fabricação das peças para países subdesenvolvidos, onde as leis de proteção ao trabalho e ao meio ambiente são inexistentes ou pouco efetivas, ou seja, onde eles podem fazer o que querem, pagando salários irrisórios e aumentando exponencialmente seus lucros.
Com isso, enquanto nos anos 60 95% das roupas vendidas nos Estados Unidos eram fabricadas lá, atualmente esse percentual é de apenas 3%!
O problema disso tudo é que nesses países pobres os trabalhadores lidam com condições insalubres de trabalho, ganhando salários insuficientes para as necessidades básicas enquanto as marcas crescem cada vez mais comercializando peças de baixo custo.
Assistir ao documentário me fez refletir bastante e me sentir um pouco mal em possuir em casa peças fabricadas em Bangladesh, por exemplo, país com destaque no documentário, onde um trabalhador de uma fábrica de roupas ganha menos de 3 dólares por dia.
Há quem defenda as fábricas de suor, nome dado a essas fábricas que exploram o trabalho de baixo custo dos empregados em condição de vulnerabilidade, sob a justificativa de que os trabalhadores que ali estão escolheram aquele local em vez de outras opções de emprego ainda menos desfavoráveis, o que faria com que, na verdade, as fábricas de suor fossem uma opção boa diante do quadro geral do mercado de trabalho nesses países pobres.
Se isso soa como um monte de baboseiras para você, não se sinta só, porque também achei tudo muito parecido com uma daquelas mentiras que contamos a nós mesmos todos os dias na esperança de que em algum momento finalmente acreditemos nela. Nesse caso, sigo sem acreditar que as fábricas de suor sejam algo bom para esses trabalhadores.
O documentário aprofunda ainda mais a questão ao falar sobre como a produção acelerada e barata das roupas influencia na plantação de algodão, o que exige o uso de substâncias químicas prejudiciais ao solo e ao ser humano. The True Cost ressalta ainda o problema do lixo têxtil e do impacto psicológico causado pela supervalorização da imagem que sofremos atualmente e que está intrinsecamente relacionada com o consumo abusivo de roupas.
Mas o que podemos fazer diante de tudo isso? Infelizmente, não sei bem como responder a essa pergunta. Ao mesmo tempo que me senti mal pelos relatos do documentário e acredito que algo deva ser feito para que as condições de trabalho dessas pessoas melhorem, não posso mentir e dizer que deixarei de comprar nas fast fashion e só vou consumir roupa de marcas que sei que são sustentáveis e com produção local. E o motivo primordial disso é uma questão simples: o valor das peças.
Contudo, acho que esse tipo de discussão tem que ser inserida ainda mais não somente no meio da moda, mas na sociedade em geral, porque somente com todos sabendo o que está acontecendo e cobrando soluções, as marcas se sentirão coagidas a mudar esse cenário triste e chocante. Vamos pensar um pouco sobre isso? Me conta o que você acha, se já viu o documentário e o que acredita que devemos fazer.

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Nas Lojas: Forever 21!

E finalmente temos Forever 21 em Salvador. Uhuul! Qualquer ser vivente na capital soteropolitana está sabendo que a Forever chegou por aqui e já abalou as estruturas. Filas imensas se formaram na porta da bendita loja desde 6:40 da manhã (e a primeira coisa que pensei foi: como essas pessoas entraram no shopping a essa hora? hahaha).

Uma semana depois da black friday e a galera ainda tem dinheiro pra gastar. Crise, cadê? Pessoalmente, achei um pouco de exagero ficar na fila apenas para entrar na loja, mas entendo a animação da galera com a presença da Forevinha por aqui, porque realmente tem muita coisa linda, meu povo!

Desejei várias coisinhas e, mais uma vez, como sempre acontece, me perguntei o porquê de não ter nascido rica. Onde está aquele tio milionário e desconhecido que deixará uma herança pra mim? Tio, enquanto você não aparece, sigo sofrendo, saiba disso!

Não consegui experimentar nada porque a fila do provador era uma guerra à parte, então dei uma olhadinha só nas araras mesmo e tome coisa linda. Seguem meus achados para sofrimento geral das mulheres cujo cartão de crédito já está estourado:

Macaquinho jeans beeem fofo por R$ 169,90 e blusa fofa (sim, fofo é um adjetivo recorrente por aqui haha) por R$ 79,90.

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Vestido listrado que já vimos por aí, mas que nunca perde a graça, e um modelo rosa fofíneo, que é mais bonito na vida que na foto, por R$ 69,90 cada!

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Como viciada real oficial em top cropped canelado, não pude deixar passar essas duas belezinhas, a primeira por R$ 45,90 e a segunda por R$ 59,90.

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Blusa rosa e branca, mas que tinha versão preta e branca também, por R$ 75,90. Cropped listrado baratex por R$ 35,90.

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Fiquei em choque com essas saias de chamois (ou suede, nunca saberei a diferença entre os tecidos haha). A marrom por R$ 69,90 e a verde militar que na foto está parecendo um cinza rato por R$ 40,90!

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Saia maravilhosa por R$ 45,90 e short vibes verão por R$ 55,90.

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Essa bolsa é tão lindinha que tirei as duas fotos separadamente e só depois percebi que era a mesma! haha Se amei duas vezes é porque foi amor verdadeiro mesmo, que no caso custa R$ 115, 90.

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Bolsa saco por R$ 39,90. Simplinha, mas útil. A da direta, estruturada e com alça longa adicional, por R$ 119,90.

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Tem esponja de make ~das moda para todos os gostos. Os kits da esquerda sem por R$ 29,90 o da direita por R$ 35,90.

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Item de beleza pra esfoliar o rosto, tipo um Clarisonic analógico, por R$ 6,90. Cílios postiços por R$ 15,90. Tinha um pacotinho da mesma marca por R$ 5,90, mas não entendi direito qual a diferença entre esse e aquele. Talvez a qualidade, talvez o modelo, só blogueiras de beleza poderão explicar haha

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A seção de acessórios é uma caso à parte. Em nenhuma outra fast fashion por aqui temos a quantidade de acessórios que vi na Forever 21. Sério, é de chorar de felicidade haha

Anéis suficientes para abastecer um batalhão com preços que variavam de R$ 15,90 a unidade até R$ 55,90 um kit com mais de 10! As tiaras fofas tinham preços entre R$ 19,90 e R$ 29,90.

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Quem ama chocker não tem do que reclamar! Mais de um paredão dedicado a elas custando entre R$ 20 e R$ 40.

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Como sempre deixo o item que mais amei pro final, eis o chapéu que ganhou meu coração que sai por R$ 89,90. Vou sonhar com ele, tenho certeza!

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Dicionário Fashion – Sapatos!

Se você já se pegou chamando um modelo de sapato pelo nome errado ou tentando explicar a tal peça que está na sua cabeça, mas que a nomenclatura não tem santo que te faça lembrar, calma, miga, você não está só.

Tem nome pra tudo quanto é coisa que você imaginar nesse mundo da moda e, para piorar o que já é difícil, tem peça que tem mais nome que Dom Pedro II. E ainda em inglês! Facilitar para quê?

Nessa história de ver gente dizendo “é aquela roupa assim, que abre assim embaixo, tem a manga do jeito tal”, devidamente acompanhada de gestos precisos (só que não hahaha), achei que seria interessante trazer um mini dicionário fashion para nunca mais nos perdemos nos nomes e ainda pagarmos de conhecedores do tema. No post de hoje, vamos de sapatos! Deixei de fora os óbvios como sapatilha, tênis e sandália rasteira porque né, desnecessário! haha

Slider

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Essa é a tendência do momento. A verdadeira Rider estilizada que seu pai sabiamente já previa que seria moda lá pelos idos de 1990. Ser visionário é isso! Esse modelo voltou com força total, principalmente na versão listrada da Adidas e está presente em 9 entre 10 perfis fashionistas pelo Instagram afora, segundo pesquisa feita por mim mesma.

Quer dicas para usar? Se joga, ignora a cara de praia e leva sua slider pra passear na cidade também, num look fresquinho, com cara de dia de sol. Olho pra ela e penso logo nisso!

Lace up flats

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Amo esse modelo, mas nunca achei uma exatamente como quero. Que triste a vida! As lace up flats são as mais que conhecidas sapatilhas de amarrar que receberam esse nome gringo pra subir na escala social. São fofas e românticas, mas cuidado, se você não quer parecer menor ou com pernas mais grossas, prefira uma em tom nude ou abandone de vez a ideia.

Sapato tratorado

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A imagem acima é meramente ilustrativa, já que um sapato de sola tratorada pode alcançar uma grande variedade de modelos, porque o importante aqui é o tal solado com essa carinha de pneu. Em oxfords ou sandálias abertas, o resultado é o sapato mais pesado visualmente, o que vai chamar mais atenção, claro. Está super em alta e fica muito bem quando equilibrado com um look mais charmoso e feminino, porque gera um contraste bem interessante.

Flatform

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Se você quer estar sempre na moda e ainda não tem esse sapato, lamento te informar, mas você está ficando pra trás. A grande febre do momento são as flatforms, que assim como o solado tratorado, pode vir em sandálias, sapatos fechados ou tênis. Vejo esse modelinho e logo penso naquela minha Djean (é leve!) verde que tinha há uns anos atrás (igualzinha a essa aqui). Linda, eu sei. Mas voltando às flatforms, esse tipo é ótimo para quem quer estar de salto sem sofrer, já que o conforto é o mesmo de uma rasteira. Curti, quero adquirir!

Mule

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Eis um sapato difícil. Dói os olhos de início, mas depois acostuma, vai por mim. O mule é um modelo que deixa o calcanhar de fora e pode ter salto ou não. Acho ele com a maior cara de perua, que anda e vai fazendo barulho por onde passa haha Mas sabe que passado o susto inicial, eu gostei da ideia? O modelo de salto não tem muito sentido pra minha realidade, mas o rasteiro, veja  bem… não digo que nunca. Se alguém quiser me dar, eu uso!

Alpargatas/Espadrilhes

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Depois de muita pesquisa, descobri que não há diferença entre alpargatas e espadrilhes, mas somente a origem da palavra: a primeira é espanhola, a segunda, francesa. Com salto ou sem, esse modelo é feito de tecido e com solado de corda. É só vê-lo que penso numa coisa meio praiana, passeando pela vila numa tarde de domingo. Tô louca?

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Claro que podemos usar com tudo, na praia ou na cidade, com shortinho ou calça, esse sapato foi um vício há um tempo atrás e não tinha uma blogueira sem o seu modelo Chanel nos pés, ostentando lindamente na cara da sociedade haha

Oxford

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Coisa mais linda é o sapato oxford. Inventado em 1640 na Inglaterra, ficou popular entre os alunos da Universidade de Oxford e aí pronto, deu-se seu batismo. Como é super masculino, pode incomodar às meninas mais fofas e femininas, mas calma. Combinado com um look bem romântico, uma saia rodada, fica uma beleza, pode acreditar!

Slipper/Loafer

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Começamos a zona de tensão do post. Fiquei um bom tempo pesquisando as diferenças entre os modelos que seguem e ainda tenho dúvidas se está tudo certo. Pra que tanto nome, meu deus? O slipper ou loafer é um modelo que lembra as pantufas, é só enfiar o pé e sair usando. O nome vem da palavra em inglês sleep, que significa dormir. Assim como os oxfords, ele também é mais masculino, mas igualmente charmoso. Hoje é muito fácil encontrar modelos estampados (atenção especial aos de oncinha que são simplesmente LINDOS), o que ajuda as mais tradicionais a montarem o look sem ficar tão encanada pensando que não está feminino o suficiente. Na dúvida, pensa que é um sapatilha e vai!

Slip on

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O slip on é um modelo que está em crise: não sabe se é um slipper ou um tênis. Sem cadarços ele lembra o slipper e normalmente possui um elástico na lateral pra facilitar a entrada do pé. Mas diferentemente do colega acima, tem um solado mais grosso e o impacto visual dele é mais esportivo e pesado.

Mocassim

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Presta atenção nessa história que ela é boa. Os mocassins foram inventados pelos índios americanos para que pudessem caçar com proteção nos pés, mas ainda assim sentindo o chão. O nome vem da palavra makasin que significa sapato no idioma da tribo que o criou. Quando li essa historinha a primeira coisa que pensei foi: e índio usava sapato? Que marmota é essa? Pois é, abafa a ignorância! Analisando melhor, faz todo sentido, pois o sapato é realmente confortável e dá pra sentir o chão com os modelos mais fiéis ao original. O mocassim tem um estilo mais social, com solado fino e normalmente sem cadarços. Acho lindo toda vida!

Dockside

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Admito que esse modelo nem estava na minha listinha, mas enquanto procurava informações sobre o mocassim, descobri esse modelo aqui. Já tinha ouvido o nome? Sim. Sabia o que era? Não. Então vamos aprender juntos. O dockside foi inventado em 1947 para uso dos marinheiros, por isso possui solado emborrachado e cadarço em cima e nas laterais. É um irmão mais recente e informal do mocassim. O modelo é muito facilmente encontrado para os homens, já para as mulheres as coisas complicam. Para mim que amo o estilo navy, os olhos brilham só de ver!

Espero que tenham gostado desse post, porque eu amei fazer. Pesquisando os modelos, acabei descobrindo novas informações sobre a história da moda, assunto que adoro. Se você gostou, deixa seu comentário, quem sabe você não tem uma curiosidade ou modelo novo para me contar?

Nas Lojas #9

Oi, meu povo!

Hoje os achados nas lojas estão express, mas nem por isso menos importantes. Gentileza dar a mesma atenção e carinho. Grata!

Fui atrás de mais coisa bonita pelas lojas dessa cidade (na verdade, foi no Salvador Shopping mesmo) e resolvi botar a cara no sol mostrar minha face por aqui vestindo umas duas ou três roupinhas que encontrei. Repara no que deu!

Na Renner, encontrei na arara esse combo já pronto do vestido preto com a camiseta branca. O vestido sai por R$ 119,00, a camiseta eu acho que era uns R$ 35,00.

*Pausa dramática para falar que eu sempre ficava pirada quando a criatura blogueira esquecia de anotar o preço e eis que o tempo passa e cá estou eu sendo a pessoa esquecida da vez. Como diria Justin Bieber: sorry!

Essa hot pants que eu estive a pouquíssimos passos de comprar estava por R$ 69,90. O body ficou por R$ 59,90. Nunca tinha experimentado esses bodies, apesar de já ter visto vários fofos, e olha, vou te dizer que amei! Já quero adquirir.

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Na seção de biquínis, achei esse body LINDO com direito a caps lock, mas que custa R$ 179,00. Ai-meu-bolso. A parte de cima do biquíni está por R$ 129,00. É, amiga Renner, senta aqui, precisamos conversar sobre esses precinhos…

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Essa bolsa fofinha, inspirada na Trio Shoulder Bag da Celine, fica por R4 119,00. A estruturada e mais festiva da direita sai pelo mesmo preço.

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A sandália de salto estava por R$ 109,00. Já essa sapatilha (?) fica por R$ 119,00. Quando vi esse sapato de classificação indefinida pensei: que estranho, quero experimentar. E gostei, viu? Achei um diferente bonito no pé.

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Por fim, uma passada beeeem rápida pela Luigi Bertolli pra dizer que tem calça jeans por R$ 89,90!

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Quem gostou e ficou com vontade de comprar grita UI! haha

Até a próxima!

Street Style #15

Nesse maravilhoso feriado no meio da semana para dar aquela aliviada, retorno aos posts por aqui com looks que vi por aí, gostei e cliquei. Quem sabe não rola uma ideia legal pra usar esses dias, hein?

Vem ver!

Guilsa Almeida

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Ingrid Sena

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Sara Régis

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Não se esquecem de curtir o Achados no Facebook e seguir no Instagram! Estou mais blogueira que nunca postando até look do dia por lá hahaSalvar

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Top 5 canais vícios do YouTube

Que o YouTube cresceu assustadoramente nos últimos tempos não é novidade para ninguém. Se antes eu não dava a menor atenção pra esse meio que pra mim servia apenas para ouvir música, hoje estou sempre por lá vendo os vídeos dos meus youtubers favoritos.

O primeiro passo para esse vício começar foi me inscrever nos canais. No começo eu nem sabia direito como funcionava e simplesmente ignorei a todos os pedidos de “não esquece de se inscrever aqui no canal”. De tanto insistirem, cedi e agora sou inscrita em vários, muito menos do que poderia e gostaria, mas que já me trazem entretenimento suficiente para muitas horas semanais.

Pensando nisso, aqui está a lista dos 5 canais que mais tenho gostado ultimamente. É uma lista totalmente mutável e injusta, já que eu vejo muitos outros e possivelmente conhecerei mais ainda no futuro próximo.

1. Stephanie Noelle

A Stephanie é jornalista e atualmente trabalha no Petiscos, mas mantém um blog pessoal, o Chez Noelle, e o canal no YT onde fala de tudo. Feminista, ela traz vários assuntos interessantes para os vídeos, mas não somente isso, já que tem espaço para muitas outras coisas. Ela é uma fofa e já quero ser amiga!

2. Fotografando à mesa

Idealizado por Isabella e Felipe, um casal fofo que mora em São Paulo e divide sua vida com a gente em vídeos diários. Sim, todos os dias tem vídeos! Eles mostram um cotidiano de pessoas comuns, trazem temas interessantes para discussão e, claro, fazem jus ao nome com vídeos fofos de comidas. Ah, e ainda são amigos da Stephanie Noelle, ou seja, tô querendo fazer parte desse grupo agora!

3. Armário de Madame

Baiano que gosta de moda provavelmente já conhece a Martinha Fonseca, blogueira do Armário de Madame que bomba por aqui. Mas achei que não custava nada falar dela, porque sendo honesta com essa lista, é uma das minhas preferidas. Sempre que tem um vídeo novo saio correndo para assistir. Martinha é bem espontânea em vídeo e traz um conteúdo super legal sobre moda com boas referências locais, o que é sempre bom.

4. Chata de Galocha

A mais famosa da lista, Lu Ferreira é uma das melhores blogueiras da atualidade para mim. Amo seu jeito de falar no blog e pelo YouTube você percebe que Lu de chata não tem NADA. No canal, já existem três programas, um de culinária, outro de resenhas de produtos de beleza e um terceiro, recém estreado, sobre moda. Além do conteúdo, a fotografia é linda, os vídeos são super bem editados e no final de cada vídeo ainda rola um falha nossa engraçadinho.

5. Tudo Orna

As três irmãs Alcântara (Bárbara, Débora e Julia) formam o Tudo Orna, blog de moda super fofo e com um conceito legal de consumo consciente, tema super relevante, belas fotos e looks idem. Além disso, elas têm um instagram maravilhoso (sério, sem exageros) e um canal no YT com vídeos super gostosos de assistir. Assim que descobri, devorei vários seguidos! Empreendedoras, as meninas têm três marcas: o blog; a Orna Concept, de bolsas; e a Orna Makeup, de maquiagens. E como não poderia deixar de ser, assim como todas as seguidoras, eu bem queria uma vaguinha como quarta irmã! haha

E vocês, seguem algum desses canais? Qual o seu preferido? Me contem nos comentários!